Adeus
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11 de julho de 2013
7 de julho de 2013
4 de julho de 2013
Sonho sem ter de quê
Novas palavras.
Novos segredos.
Caiem as fachadas.
E todos os medos.
E olhando(-o),
não o mar,
"sonho sem ter de quê".
Adeus
27 de junho de 2013
26 de junho de 2013
23 de junho de 2013
17 de junho de 2013
16 de junho de 2013
9 de junho de 2013
2 de junho de 2013
23 de maio de 2013
"Hoje é o meu Dia"
Ainda me lembro daqueles tempos em que contava os dias para fazer anos. O tempo vai passando e o aniversário toma outra importância. São trocadas as músicas de parabéns pelas mensagens de facebook, são trocados os beijinhos, abraços e amassos pelas mensagens de telemóvel, e até mesmo as festas de aniversário à luz do sol passam a ser à luz da noite.
Para além de ser o dia mais egocêntrico de sempre, o aniversário é, sem dúvida, o dia mais melancólico do ano. Também é esse o objetivo de festejarmos uma data tão nossa, para pensarmos em tudo o que já vivemos, não? A minha cabeça não se escapa do passado e eu não me escapo do aviso: "Quando chegares aos 30 queres voltar aos 21".
A verdade é que nunca aproveitamos o que temos, nem a idade. Há uns anos estaria a fazer 11 e pensava como seria ter 21. Hoje faço 21 e queria voltar a fazer 11.
Mas já que, no meio da melancolia, podemos ser egocêntricos:
Hoje é o meu dia. É o dia do meu aniversário.
Adeus
19 de maio de 2013
Caneta sem tampa
Não quero ser a caneta sem tampa que mancha o estojo de dentro para fora.
Assusta-me saber que em todos os estojos há uma caneta dessas.
Quero ter tampa para nunca secar.
Quero ter um estojo onde possa ficar.
Quero quero quero, assim, como quem chama por mim
Delírios
Adeus
1 de maio de 2013
Bocage
Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno:
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zelos infernais letal veneno:
Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades:
Eis Bocage, em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades
Num dia em que se achou mais pachorrento.
Bocage
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno:
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zelos infernais letal veneno:
Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades:
Eis Bocage, em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades
Num dia em que se achou mais pachorrento.
Bocage
Adeus
Sensações inúteis
Queria ser imune, talvez como nunca o fui.
Tinha essa
vontade, vontade de ver o mundo tal como ele é e esquecer aquilo que um dia me
afastou da realidade.
Pensei estar a conseguir. Pensei. Sim, pensei.
As “sensações inúteis” “por coisa nenhuma” voltaram. Desta vez,
de mente para mente. Amor pelo intelecto- certamente.
Conquistaste-me a consciência e quando a mente é fraca, a
carne não tem resistência …
Adeus
Há qualquer coisa em ti
Há qualquer coisa em ti que me felicita e entristece.
Fascina-me, até.
Fascina-me, até.
Não
sei ao certo qual deles o primeiro, mas ao certo sei que vêm e voltam.
Fazes-me ganhar brilho quando no escuro da noite estou - Na
noite em que adormecer é difícil.
Escrevo agora porque da noite e da manhã se prolongou.
Fizeste-me reencontrar livros de poemas dos Artistas do Grande
Artista. Se soubesses quanto tempo espero pelas palavras de visita…
Volta que espero por ti. Espero por ti até um dia ter
coragem de dizer-te, dizer-te que o brilho que ganhava no escuro da noite, já se
prolongou.
Adeus
27 de abril de 2013
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