16 de janeiro de 2014

O que é o Sublime

Para Kant:
"(...) é um prazer que surge apenas indiretamente, ou seja, é produzido pelo sentido de um impedimento momentâneo, seguido de uma efusão mais forte das forças vitais e, por isso, enquanto emoção, não se apresenta de facto como um jogo, mas como algo de sério na atuação da imaginação. (...) O sublime é aquilo que causa espanto, admiração e até mesmo medo, pois é grandioso, diferente e assustador"

Para mim:
O sublime és tu.

Adeus

13 de janeiro de 2014

A Pequena aldeia de Marlón

I

Eram quase seis da manhã e já o Galo cantava. Na aldeia de Marlón era o Galo Artur, batizado por um louco que havia matado a mulher, que despertava os habitantes da aldeia, os marlóenses. 
Marlón era uma aldeia pequena, com quatro famílias e uma série de órfãos. A família Areijo, a mais abastada do sítio, gostava de soar o som do sino da sua própria capela, e todos os dias o fazia, numa espécie de competição com o Galo Artur. Os pais Areijo viviam bem, tinham 23 empregados e nunca haviam deixado faltar comida aos 15 filhos que tinham. A casa deles era um palácio aos olhos das restantes famílias de Marlón.
A família Verbitium, que vivia à frente da herdade dos Areijos, mantinha uma casa em pedra, na margem da ribeira da aldeia. Patrício, filho do casal Verbitium, tinha o hábito de pescar ali na costa, ainda de madrugada. Quando o Artur cantava já Patrício tinha o almoço pescado. 
Lídia e Fospício, pais de Patrício, levantavam-se mal o sol nascia. Calçavam as botas e iam para o campo montados na sua burra. O campo da família Verbitium ficava do outro lado da herdade da família Areijo, e de lá podia avistar-se o minúsculo quarto onde dormiam os 23 empregados do casarão.
Lídia, filha do Padre que morreu apedrejado pela aldeia, não tinha em boa conta os marlóenses. Fospício e Patrício eram tudo o que ela tinha.
Depois de regarem os legumes, que faziam parte da gastronomia diária da família, os Verbitium montavam a burra e regressavam a casa. Lídía, com o seu avental côr de mel, servia o almoço, peixe com cenouras, batatas e legumes. Mesmo sendo o mesmo prato de sempre, não deixavam de agradecer a Deus, ou ao seu Patrício, por ter pescado, mais uma vez, um grande atum para o almoço.
A aldeia de Marlón não tinha Igreja. Aliás, teve, em tempos. Mas isso foi antes dos marlóenses descobrirem que o Padre Penicas era pai de 13 filhos. Lídia era uma delas. Depois de apedrejarem o pároco até à morte, puseram fogo à Igreja sem antes se lembraram de ir buscar o dinheiro das missas que o Padre guardará nos cofres da paróquia. A aldeia não teve como construir outra igreja, mas isso não era problema para o povo. A capela da família Areijo metia três igrejas do Padre Penicas no bolso. Os Areijos, apesar de serem repugnáveis criaturas, acreditavam que nem o mais pobre, velho, bebêdo e ladrão deveria ser privado à casa do Senhor. Quase toda a população podia visitar a capela deles, apenas com algumas condições, não podiam entrar calçados, não podiam roubar as velas com fitas de seda que decoravam o altar, e no fim da reza tinham de deixar uma recompensa no cesto de palha da entrada.
Lídia não era bêbada nem tinha o hábito de roubar... mas era filha do Padre Penicas. Nenhum filho do falecido Penicas tinha permissão para entrar na capela dos Areijos. Lídia e os seus 12 irmãos orfãos estavam proibidos de pisar o chão da herdade.


Adeus

Lá no além

O meu futuro não está comigo
Nem contigo
Muito menos com alguém
Porque o futuro não está com ninguém
Mas estará
Comigo e contigo
Lá no além

O presente sorrirá
E o tempo espantará
Todos os males passados
A que fomos habituados

E tudo o que fiz e farei
Nada me dá
Mas lá no além
Temos um futuro com alguém
Onde o presente sorrirá

Adeus



Take de 12/01/14


Adeus



12 de janeiro de 2014

Nem parece Janeiro, tamanho dia


Não julguem pelo aspeto e pelo conteúdo. As cores não correspondem à realidade.
Se pudesse provar...
Há quem tenha gosto por mãos.
Poço negro (era este o título que querias? ahah)

Adeus

Bússola Cristã

Um sábado é produtivo quando nada se faz. Pois bem, hoje fui encontrar um blog com o título: Bússola Cristã  - assim caminha a humanidade. Neste pedaço de literatura encontrei a seguinte frase: "devemos viver como se morrêssemos amanhã, mas devemos sonhar como se vivêssemos eternamente."
Pois está claro que a frase não estaria na Bíblia, e daí, pensando bem.....
Quis deixá-la aqui porque, parecendo ou não cliché, tem a sua pinta de lógica, como todos os clichés, certamente. 
Não me perguntem o porquê de ter lido este pedaço cultural da plataforma de blogues, mas um sábado, como já disse lá em cima, só é produtivo quando nada se faz.

Adeus

Parte do projeto fotográfico de Alessandra Sanguinetti


Adeus

11 de janeiro de 2014

10 de janeiro de 2014

Vista

Como é que é possível ficar tão feliz com uma janela... Podem tirar-me tudo...mas tirarem-me a janela do quarto seria o fim.



Obrigada blog pelas cores alteradas. well done, not. 

Adeus

Um milagroso 10

Olá exame, sê bem-vindo ao meu cérebro vazio de conteúdo relacionado com Pesquisa de Opinião. Guess what? Tenho o meu primeiro exame daqui a 7 horas e meia, passei o dia e a noite na coboiada e estou às 2 da manhã a pôr likes no facebook e a escrever no blog. Vai ser bonito vai. Daqui a uns dias apresento-vos um milagroso 10. 

Adeus

6 de janeiro de 2014

Odeio-te, mês de Janeiro

Odeio o mês de Janeiro. É chuvoso, é frio e é feio. Diria até que podia ser banido do calendário anual da humanidade. Em Janeiro nada é positivo. E não estamos a falar de amor-ódio, não senhor.
É o mês em que se repensa no que se concretizou no ano anterior, no que se quer concretizar no ano que acaba de começar, e é também o mês em que nunca se pensa no que se pode fazer ainda hoje.
Começa logo com o dia 1: o dia em que se dorme até às tantas, vestem-se as piores calças de pijama para andar em casa, comem-se os doces e restos da jantarada do dia anterior, e, se tentarmos ligar a televisão, levamos com filmes que, apesar de parecerem apelativos, não o são, de todo.
A partir do dia 2 já o nosso corpo está habituado a não ter horários aceitáveis no seio familiar. Hoje adormecer às 4 da manhã, amanhã às 5h e quando damos por ela já os pais andam de pé para irem trabalhar e nós ainda nem nos deitamos. É nessas alturas que pensamos: Que inútil que sou. 
No dia a seguir acordamos e já são três da tarde. Já eliminamos, sem querer, o pequeno almoço e o almoço; a primeira refeição passa a ser o lanche. Ainda agora acordamos e já o sol se foi. Quando damos por ela já são horas de jantar, os pais já se preparam para um novo dia e o nosso parece ainda nem ter começado. Já é de noite e a maior decisão que temos para tomar é: escolher um filme, ou dois, porque o sono tarde virá. Dois filmes vistos e centenas de palavras escritas a quem está longe e que o facebook aproxima.
Olhamos para o canto inferior direito e ups, já são quase 5h. Bem, vamos tentar dormir para amanhã tentar acordar a umas horas decentes...e se fosse lá para a 13h30h já nos orgulharíamos.

Este meu ódio pelo mês de Janeiro deve-se, provavelmente, ao facto de a minha vida passar de bestial a besta em tão poucos dias. Não lido bem com o não ter horários, não consigo viver em pleno quando não tenho o plano do dia seguinte. E quando se está um mês sem qualquer plano diário, podemos dizer, então, que estamos perante férias. Desculpem anunciar desta maneira o meu desagrado por férias. Quando em Maio do ano passado vi que tinha três meses de férias pela frente, invoquei todos os santinhos do universo à minha reunião de salvação e concluímos que deveria fazer alguma coisa útil. Pensei em tudo, até esfregar escadas pelos prédios de toda a cidade vianense. Lá pensei melhor e surgiu um estágio.
As férias matam-me. Fico desleixada comigo, com os outros e comigo outra vez. Arrastar-me do sofá parece ser o maior desafio do dia e arrumar a cozinha parece um inferno. 

Odeio ser sedentária e o mês de Janeiro obriga-me a isso.
Odeio-te, mês de Janeiro. 

Adeus

Resumindo a Casa dos segredos

Alguém me pediu para explicar o que tinha acontecido na gala da casa dos segredos, assunto que, em CC, suscita 298 comentários. Adoro o meu curso e o facto de nos conseguirmos divertir ao falar das coisas mais banais.



Adeus

Todos tomam um rumo

Quando te apercebes de que todos os corações tomam um rumo
e que todos estão a tomá-lo
e que o teu não
porque te distraíste
ou porque, simplesmente, te abstraíste do resto do mundo dos corações

o que é que fazes?
continuas ou paras para continuar?

Adeus

5 de janeiro de 2014

Friends will be friends




Adeus



Amén a nós

Nós somos fantásticos, alguma vez te disse?
Quando me dizem que há casamentos que duram 40, 50 anos... eu penso imediatamente: Que dizem um ao outro durante tantos anos? 
Mas depois, ao relembrar as nossas talk talk até às tantas, até consigo perceber como é que se consegue ter tanto o que dizer e à mesma pessoa. Amén a nós e valha-nos a imaginação! (damn, uma palavra chave, damn, mais uma)
E mais uma: "O objetivo do homem aquário é mudar o mundo e ter relações satisfatórias"
E mais uma: http://img0.liveinternet.ru/images/attach/c/5//3970/3970473_sprite198.swf

E não há mais porque senão gabas-te o dia inteiro. Ah, e porque este é o primeiro post que faço sobre ti sem ser em forma de poema, o que me deixa nervosa.
Nervosa porque é sinal que: ou já não preciso de fazer poemas, ou mereces mais do que poemas. Culpo a moca do sono. Amanhã perdoo-me por isso. Só mais uma: "Todos temos direito à nossa moca."

Agora sim,

Adeus

4 de janeiro de 2014

Conhecer-te

Conhecer-te é como poder viver alguma coisa que não o mundo habitual. É como andar sem distrações porque o pensamento é tão sólido que chega mesmo a transformar-nos em irrealidade.
Conhecer-te é como adicionar um dia teu aos meus dias, é como aumentar o que me resta com uma esperança que nunca houve.
Conhecer-te é como viver com algo, com algo que valha a pena, todo o dia e todos após o anterior.
Conhecer-te é como, numa atitude mais segura, poder voar até ao mais alto e saber que não vou cair, nem por um segundo.
Não me faças viver sem conhecer-te mais.


Obrigada


Adeus

Photo of the day


Adeus

We need to talk about Kevin



Adeus

2 de janeiro de 2014

All day long


Adeus

Para o outro lado da sala

Confusões na mente que nada são
Memórias que por ali andam
Atrás de quem não chegarão
E que em mim - comandam

Choro sensações em palco
Onde os atores não estão
Tristeza é o que mais recalco
Não estaria eu em combustão

Correr por gosto cansa
Por desgosto é exaustão
Palavro-me com esperança
Que não vale nem paixão

Seja talvez a hora de olhar
Para o outro lado da sala
Encontrá-lo e parar
De me matar com outra bala

Adeus

31 de dezembro de 2013

31-12-12

Adeus

O melhor


"ADEUS

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes
E eu acreditava.
Acreditava.
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus."

in «Os Amantes sem Dinheiro» (1950)
Eugénio de Andrade


Adeus

28 de dezembro de 2013

Girls know better

"O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe.
O Mal que faz perdoa-se pelo bem que sabe."
...
JA

Adeus

Doce Côco VIII

"olha ela a ostentar a beiça no bcluve"

É.
É.
É.

Tivesses ostentado a preguiça de ti e tivesses ido.
Cabuuum


Adeus

23 de dezembro de 2013

Fofices de quem me conhece

"Gostava de estar contigo antes do natal. Fico sempre chateado, dá sempre "o amor não tira férias" na hollywood nesta altura, e tu és igualzinha à kate winslet no filme, e nunca te vejo. Se ainda te lembras da minha obcessão pelo tolkien, deves ter noção de que o Hobbit 2 está no cinema , e que eu tenho que ir vê-lo. Não sei se viste o primeiro, mas se viste pensei que podias estar interessada em ir comigo hoje às 21h, apesar de saber que nunca jantas antes da meia noite.
De qualquer maneira, vê se dás noticias"

<3


Adeus

21 de dezembro de 2013

Feliz, assim, verdadeiramente.

Cá estou eu, mais uma vez, à espera das palavras que não querem chegar.
Sento-me, observo o brilho nos olhos deles - dos outros - aqueles que por aqui andam, a pôr algum sentido no que fazem - ou pelo menos pensam eles que põe sentido a alguma coisa. - Onde é que eu estava? No brilho. - Não sei onde deixei o meu, mas pelo menos sei que nos olhos não foi. Talvez esteja escondido, num bolso de algum casaco já arrumado, ou talvez esteja caído debaixo da cama, não sei. Será que o terei perdido? Se o perdi, foi em ti. Vais devolver-mo, agora que é Natal?

Dou por mim, dia após dia, a perder-me no que já não sou. Será por não acreditar na felicidade? Será que as amarguras que tornam os adultos estranhos e frios são estas? E se forem? Eu não quero ser o que foram para mim. Onde é que posso recuperar todas as fantasias que me motivavam e todos aqueles projetos que me faziam avançar? Será que sou a única a ter medo de me tornar insensível, sem capacidade para sonhar, nem que seja durante uns segundos? Tenho medo de não conseguir soltar uma gargalhada quando alguém faz algo estúpido. Tenho medo de perder a paciência até para fazer um jantar para os amigos.
Não sei se quero voltar a sair daqui, de onde tenho tudo o que me faz melhor. O mundo lá fora é malvado e eu não sei ser feliz com isso.
Será que foi o amor que me roubou o brilho?
Não tenho dúvidas de que faria alguém muito feliz, mas e eu? Chegar ao fim de um dia de trabalho, dar um beijo a alguém e acordar ao lado dessa pessoa de manhã não é difícil. É rotina. Não é amor. É conformidade. Fazê-lo com o coração quente e com ansiedade por um dia igual, sim, é ser feliz. Assim, verdadeiramente. Apaixono-me incansavelmente, mas nunca com correspondência. Às vezes desejo desejar quem me deseja...só às vezes. E se ao menos fossem mais... talvez o brilho ainda cá estivesse...e eu andava por aí, a pôr algum sentido à vida. Ou pelo menos a pensar que estaria a pôr sentido algum em alguma coisa. 



19 de dezembro de 2013

Preciso de

Um não às segundas oportunidades e um sim ao é demasiado tarde, por favor.

Adeus


É hoje ou talvez não

Nunca fui apologista do agora ou nunca, nem do típico argumento de quem não pensa naquilo que pensa: "Não mudaria nada no meu passado"- solto gargalhadas de cada vez que oiço isto - Mas mesmo não sendo apologista dessa prática, a minha vida anda no carreirinho das vidas sociais que vamos criando, e isso nota-se, principalmente, nos dias em que abro a exceção do "de hoje não passa", e do "Desculpa, agi mal em agirmo-nos. Move on."

A verdade é que podíamos ser todos uns valentões decididos, com as nozes nos sítios, com as palavras na boca, com a razão no peito e com o amor nos gestos. Podíamos ser uns sinceros naturalistas com prezáveis atitudes, podíamos ser concretos com o mundo, tal e qual como ele é connosco... podíamos ser tudo aquilo de que não me lembro agora, nem me apetece lembrar - até porque arranjar adjetivos heróicos só é o meu forte nos rascunhos. 
Talvez pudéssemos dar uma hipótese à espontaneidade, talvez pudéssemos preocuparmo-nos com a despreocupação, talvez pudéssemos...

Costumam dizer, por aí, que o tempo é curto, que a vida passa rápido, que ainda ontem era sexta e hoje já é domingo... mas não costumam dizer que o tempo é o tempo, que ele passa tão rápido aqui como na lua - estando nela ou não - não costumam dizer que a vida, como ela é, foi e é tão aproveitável como tudo o resto que falta, e muito menos dizem que ainda ontem era segunda e hoje já é sexta.

Já que estamos cá para isso, pensemos então sobre o que somos - Eu ajudo - Não somos nada nisto tudo. Podemos ser umas décadas em tantos milhões de anos, mas somos, também, uma diferença nenhuma em qualquer um deles.
Os meus botões dizem-me que, enquanto cá existirmos, o tempo não deveria existir no nosso pulso, o dia do "É agora ou amanhã" deveria reinar, e o dia do "Agi mal em agirmo-nos" deveria ser apenas um feriado. E se pudessem tirar-nos esse também...

Adeus


15 de dezembro de 2013

Porquê?

Por que razão dou tanto carinho, miminho, abracinho, beijinho, inho e inho às pessoas que rondam a minha vida, e não dou àquelas de que mais gosto?

Adeus

Pára de ser assim, factual

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
"Gritar parece o mote"
Seguir o coração ou a razão?
"És tão lamechas"
Sou, pois.
"Pára de ser assim"
Vais dar em louca
"Que dê"
Ao menos tentei
"Já não sabes?"
Mas há factos, claros como a água
"Que contrariam os outros?"
Isso mesmo, pois.
"Só saberás se..."
Se mergulhar?
"Sim, pois."
Mas seria tão lamechas.
"Serias, pois."
Mas não daria em louca.
"E seguirias a razão"´

Adeus

9 de dezembro de 2013

O amor

"O amor quando se revela
Não se sabe revelar (...)"

Adeus

You can't go on thinking nothing is wrong

"Who's gonna tell you when it's too late?
Who's gonna tell you things aren't so great?

You cant go on, thinkin' nothings' wrong, but bye

Who's gonna pick you up when you fall?
Who's gonna pay attention to your dreams?

You can't go on, thinkin' nothin's wrong, but bye
Who's gonna drive you home, tonight?"

Adeus

8 de dezembro de 2013

Viagens da minha vida I

Cádiz



Barcelona
Mónaco
Mónaco

Mãe

Ar de tia no Mónaco
Mónaco
Mónaco
Algures pela Itália

Florença- Eu e um homem nu que tira fotos com todos
Florença
Pisa, Itália
Pisa, Itália


Pisa, Itália

Pisa, Itália 
Sardenha
Sardenha
Sardenha  e Tia 

Festa noturna em Maiorca


Não ser bem o porquê 
Gibraltar

Noite de Gala
Estupidezes na noite de gala
Sardenha
Elton John

Gibraltar




Bebendo um suco
Coliseu de Roma
Pseudo- Romanos
Coliseu de Roma, Itália
Vaticano, Itália

Adeus