30 de dezembro de 2014

Imhotep

Hei hei hei, blog sem leitores.
Estou a ver a Mumia. Gosto muito deste filme. Tem escaravelhos, muita areia e homens em procissão a gritar Imhotep. 
Hoje estou para a escrita como o sócrates está para paris, não estou.
Espero que o Natal tenha sido agradável, o meu foi como o da Phoebe.
Kisses, pessoas que não leem isto.
Para os que leem, oh well, corações.


Adeus

23 de dezembro de 2014

We forget it.

Olha que giro, afinal éramos estrelas da televisão americana e não sabíamos.
Ou então era todo um pronuncio. 
*Tal e quali*
*História da minha bida*
*Inserir música do Tony Carreira*
*Cara dum focinho doutro*
*nahnhanhanha*
*oh oh oh*

Adeus

9 de dezembro de 2014

Friends - Season 2

Is something wrong with me?
Yes it is.
Uma temporada de 24 episódios em 24 horas.
I need help.
Mas antes da ajuda chegar...deixem-me ver a segunda.
Adeus

7 de dezembro de 2014

Friends First Season

Tinha de começar em algum momento.
Só espero não chorar no fim.
Ah, e isto aqui em baixo não é ilegal, é uma espécie de compra moderna dentro dos parâmetros mais ou menos constitucionais....
Só que não.

Adeus

3 de dezembro de 2014

Saudades

Aqueles que estão longe dos que amam sabem bem que a hora do skype se torna uma das maiores alegrias do dia.
Saudades de ouvir as certezas sobre tudo da minha mãe. 
Saudades de ouvir o meu pai a sonhar.
Saudades das minhas três necas, de lhes apalpar aquele pelo fofo e de lhes dar mil beijos naqueles focinhos frios.
Saudades.


Adeus

Na Casa de Fernando Pessoa - Passeio fotográfico

30 de novembro de 2014

Comprinhas

É. Isto hoje vai ser quase como milhares de blogues em que tropeçamos por aí: Roupa e acessórios.
Prometo que não vou apresentar daquelas fotos tiradas pela melhor amiga, na marina da cidade e com  a legenda: Look de hoje. Não. Isso nunca vai acontecer neste blog.


Adeus

27 de novembro de 2014

3, 2, 1, no ar!

Ainda dá tempo para me esconder?
Deixa-me cá ver este pedal...
Experimentem pedalar o teleponto com aqueles sapatos.
Pois, eu também não consigo
Eu pivot. LOL. 


Adeus


26 de novembro de 2014

Ser-se pita é

Para todos aqueles que não sabem qual a definição da palavra "pita" aquando comentada em algumas fotografias espalhadas por essas redes sociais fora... Ser-se pita é isto:


É tirar fotografias à lateral da cara com o intuito de mostrar o brinco novo. A verdade de ser pita? O que a "pita" realmente quer dizer com este chinfrim todo, é: estou tão gira que até parece mentira. Deve ser dos brincos por isso vou tirar foto para postar...mas deixa-me fazer cá umas caretas como se estivesse desprevenida. 
Pita tira, pita posta. Regra simples e única para a pita. 

E por hoje é tudo, amanhã voltamos com mais novidades, ou não, porque quem manda nesta página sou eu e nem sei por que é que usei "nós". Sou tão pita.

Adeus


24 de novembro de 2014

A Marca da maravilhosa

Onde é que eu estava com a cabeça quando achava que podia escrever um livro?
Não sei mas ainda bem que estava lá.
É tramado escrevermos sobre o que queremos esquecer. 
Aliás, sobre aquilo que não queremos lembrar. Esquecer? Nunca.
Um livro sobre tudo a que tenho direito.
O Amor?
O drama?
A tragédia?
O Horror?
Tudo incluído.
O mundo que se prepare porque eu vou terminar o livro!
Estará o mundo a pensar: LOL? Sabes quantas pessoas lançam livros todos os dias?
É pá. Esqueci-me de que eu não era especial. Nem eu nem ninguém neste belo mundo cheio de livros não lidos.
Talvez o meu seja um desses.



Adeus

22 de novembro de 2014

Swingin' Party

Três versões de uma música.
Três músicas completamente diferentes.

Para tomar um copo e descontrair depois de uma semana nada boa:

A original, para ouvir a caminho de casa depois de um dia de trabalho enquanto se faz aquela retroinspeção do que se passou em todo o dia:

E a versão da Lorde, para se ouvir em qualquer lado, com os auscultadores no máximo:

Estou a preferir a versão da Lorde. A rapariga sabe-a bem.

Adeus

RIP SIDE

Aperceber-me de que o SIDE continua nos meus favoritos...


É triste. 

Adeus

21 de novembro de 2014

Disconnect

Tento lembrar-me de quem me terá mencionado este filme mas rápido me apercebo de que fui eu, certamente, que decidi vê-lo só por o Jason Bateman ser uma das personagens.
E, como de esperar, não desilude.
Este plano aqui de cima é só um dos mil em que ele está tal e qual é, lindo e perfeito.
Já este plano é dele a ler este post e a tentar fazer a tradução para o inglês.
O Jason já anda em aulas de português há uns anos. Quem é a professora? Eu, claro. 
Pelo menos nos meus sonhos menos profundos.
Ele tem gostado do que tem aprendido e a palavra portuguesa da qual ele mais gosta é "saudade". É única e representa bem o que sente por mim.
Vamos, então.

Continuando no filme, porque já me estou a dispersar.... Aliás, faço-o de todas as vezes em que a conversa envolve Jasons....desculpem mas é difícil não fazê-lo. 
É de notar o realismo que dão à personagem da repórter televisiva.
Numa primeira fase, a personagem aparece no local de trabalho, com as características evidentes de uma jornalista televisiva. Apresenta-se com a roupinha de escritório, a melhor maquilhagem e o cabelo nos trinques dos trinques. 
Na televisão portuguesa isso também acontece. Os jornalistas chegam à redação todos ranhosos, com os cabelos a jogar à batalha naval, vão à sala de maquilhagem e voilá. 
A verdade é: Ninguém gosta de ver gente feia na televisão. Distraí. 
Cá está ela:
de nada. 
Numa segunda fase do filme apresentam a jornalista fora dos olhares das câmaras, em casa e sem maquilhagem. Desmancharam-lhe o boneco de jornalista e montaram-lhe o boneco da personagem fora do local de trabalho. 
E não é que o fizeram tão mas tão bem?
É isto, meus amigos. 
Aqueles jornalistas bonitos que aparecem na tv são pessoas normais
Na televisão são mais atraentes um bocadinho porque encarnam um determinado boneco. 
No mundo real encarnam outro boneco. O boneco deles de sempre.
Cada um bonito à sua maneira, claro.
Em relação ao filme: Well done.
(Não gosto de contar as coisas todas. Só se pedirem muito.)
Quanto ao Jason Bateman....
Vou só ali tomar banho.
Adeus

19 de novembro de 2014

Lost in Translation

fuck
 this
 shit.
 A minha vida tem sido tão lost in translation.
Quando começo a habituar-me a tudo e a entranhar quem me rodeia o universo grita-me: "Está a ser bom?! Ora pois bem, o tempo acabou! Faz as malinhas e recomeça outra vida, noutro lugar e com outras pessoas."
"-Não chores, a gente vai-se vendo"
"-Tu vens cá cima, não vens?"
"-Isto é difícil"
*Enquanto choro agarrada ao volante - Marão a cima- ainda com o cheiro no ombro, as lágrimas nas mangas e todas as palavrinhas e olhares a encherem-me o cérebro e, por momentos, a duvidar da decisão que outrora tomei*
Ah, e se por acaso te perguntares o porquê de me perguntares constantemente o porquê das coisas terem sido assim, desculpa. Desculpa ter conseguido manter a minha decisão. Se este era o meu caminho? Não sei mas sei que também pode ser o teu.
Se para ti só é difícil enquanto ouves as noticias, well, para mim tem sido sempre. 
Não tenho com quem partilhar olhares sobre a nossa pivot favorita nem tenho com quem partilhar o ódio do Senhor dos Anéis.
Não tenho nada de tudo,
de tudo e tudo e tudo.
Cá te espero, idiota.

Adeus