"Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível."
Ler no facebook que a TVI se aproveitou da situação da Judite para entrevistar Cristiano Ronaldo...irrita-me muito, só. Irrita-me porque as pessoas nada sabem do assunto e especulam ao ponto de tornar as especulações verdadeiras.
Para que saibam, meus caros, foi o Ronaldo que contactou a Judite a pedir entrevista. Isto não foi a TVI a aproveitar-se, foi um ato de louvar de um jogador que tem milhares de ofertas de entrevistas por mês e, à parte disso, escolheu pedir à Judite para que o entrevistasse de maneira a que ela voltasse ao trabalho. Eu não sei se o Ronaldo é o melhor do mundo a jogar à bola mas sei, criticas e gostos à parte, que foi o melhor ao fazer isto.
São muitas as vezes que tenho saudades de Lisboa. A maior parte delas passa em segundos. Lisboa é bela, não digo que não. Aquela aventura de se viver na capital, de querer começar uma vida nova, conhecer novas pessoas, de querer explorar todos os bares e ruas, todos os Jerónimos e todos os bairros altos e aquele querer de se querer começar a amar outra cidade...
Sim, eu sei que os três meses que estive em Lisboa não foram suficientes para ficar a amá-la como ela merece. Em contrapartida, sei que amo fácil. Espero que desta vez tenha muitos meses para amar aquela cidade. Espero até que a ame mais do que amo Vila Real. (Quem é que eu quero enganar? É impossível.)
Viana é fácil de ser batida, infelizmente. Foi a cidade que me viu crescer mas também é uma cidade cheia de pessoas mesquinhas que se preocupam mais com a vida dos outros do que com o seu próprio umbigo. Acrescentando o facto de os vianenses serem, provavelmente, o povo mais vaidoso deste país. Justifico-o facilmente: Nas festas da Agonia passeia-se o ouro todo da família e quem tem mais é o maior. Durante o ano é igual. Ou com o melhor carro, ou com a melhor roupa ou com os biceps mais bem definidos de toda a praia dos ingleses ou com outra coisa qualquer. Ah, estou a esquecer-me de dizer que os rapazes vianenses estão sempre com a depilação em dia, às vezes até mais do que muitas raparigas. Como se vê, não é fácil não amar Viana do Castelo. Confesso, no entanto, que estes dias têm sido mais difíceis no que toca a não gostar de Viana. Afinal, "Quem gosta vem e quem Ama fica" é o slogan da cidade. O qual, btw, estaria capaz de ganhar inúmeros prémios para melhor slogan turístico português.
A Romaria da Senhora da Agonia é a maior romaria de Portugal e dá luz à cidade durante cinco dias. É uma espécie de queima mas em casa dos pais. A diferença é que durante a tarde, ao invés de ressacar na cama, ressaca-se a ver mais uma procissão a arrebentar de riqueza familiar. Ah, e à noite há fogo de artifício (Serenata ao Rio Lima), para os mais melancólicos e apaixonados. Falando da Serenata, damn, Viana. Foste linda nessa noite. "Havemos d'ir a Viana" da Amália em colunas por toda a cidade e momentos como escreverem: "Viana é Amor" na ponte Eiffel deixam qualquer um de beiços. Ali, durante o show, senti saudades antecipadas de Viana, a qual, afinal de contas, é a minha cidade. Eu sou de Viana mas como não passeio ouros nem tenho os melhores biceps da praia dos ingleses, não posso dizer que sou vianense. Entendem-me?
Agora que venha Lisboa tentar bater a Rainha Vila Real e a minha Viana do Castelo. Tenta, só, capitau.
Chega-se ao facebook e só se vêem vidas felizes. Até fico deprimida. E não, não é por ser invejosa -que não sou-, é porque vocês só postam o que de feliz há e nunca postam os problemas. Assim até parece que a minha vida é desinteressante. Algum psicólogo que avance uma tese sobre isto, por favor.
Amigos dessas redes sociais, frases como: "Quem tem luz própria incomoda quem está no escuro", "Pedras no caminho? Apanho-as todas e qualquer dia construo um castelo" estão mais batidas do que scrambled eggs. Deem um descanso aos meus olhos porque fartos de rotina já estão eles.
Hoje estou muito hater e como o que me incomoda naturalmente não basta ao meu plano diário dado pelo universo, estão, neste momento, a entrevistar uma pessoa muito estrábica na RTP1.
Acho que vou parar de escrever antes que teça comentários maldosos a este mimo televisivo.
Não fiz nada, bem sei, nem o farei, Mas de não fazer nada isto terei, Que de fazer tudo ou nada é tudo o mesmo, Quem sou é o espectro do que não serei. Vivemos nas encostas do abandono
Sem verdade, sem dúvida nem dono. Boa é a vida mas melhor é o vinho O amor é bom, mas melhor o sono.
Não deixei de reparar que esta semana foi muita gente a casamentos. Fotos dos melhores vestidos e looks por todo o lado, a mesa mais bem decorada, o bolo mais engraçado e o arroz a voar enquanto os recém casados saem da igreja. Como o número de casamentos desceu consideravelmente podemos concluir que já não estamos habituados a ver gente a casar e os que casam, esses, escolhem "O mês do julho e Agosto" para o fazer. (Sim, porque para a autora desta frase, o Julho e o Agosto são meios meses, daí juntos darem um mês (churrada nº70)).
São 11 da manhã e eu estou no meu spot favorito (a cama não entra no concurso), o cadeirão na varanda. A minha rua consegue ser das mais movimentadas de Viana. Sim, parece estúpido mas as pessoas gostam de uma boa pastelaria, de um bom ginásio e de um bom supermercado que dê para fugir às grandes superfícies. A minha rua tem isso tudo. Bem, ao domingo é impossível e é dos dias mais calminhos, agora imaginem. Tias e Tias de Viana a desfilarem por aqui como isto fosse a marina ou o parque da cidade. Umas trazem os filhos pequenos com as bicicletas com rodas laterais para os ensinar a andar, outras vestem-se com roupa de Domingo para irem tomar o melhor café à melhor pastelaria da cidade (é mesmo a melhor). Depois há gente normal, que felizmente é considerada a maioria que deambula por aqui. Calções e t-shirt e bora buscar um pacote de arroz ao supermercado ou meia dúzia de pães à pastelaria. Eu faço parte desta maioria. Esta rua é como se fosse o meu quintal, sinto-me com o privilégio de poder ir levar o lixo de pijama e chinelos. Mesmo assim, não o faço, a última vez que o fiz apanhei um grupo que se preparava para sair à noite e blá, foi constrangedor. Afinal, o que é que o grupo estava a fazer no meu quintal?
Olá pesssoas que andam por aqui a cuscar o meu humilde cantinho. Aviso-vos, desde já, que não me encontrarão vestida com modelitos do swag em fotos dos pés à cabeça. Desculpem não fazer parte da maioria mas a minha cena não é tirar fotos de visuais diários e partilhar com o mundo.
Para quem acha que eu já fui de cruzeiro, não, meus caros, ainda não fui. Quando for, vocês serão os primeiros a ver fotos de todos os dias e de todos os sítios por onde passarei. Esqueçam é fotografias do que vou vestir.
Vou viajar de avião pela TAP até Paris dentro de dias e lá vou apanhar uma série de comboios até chegar ao meu destino. O que acontece entretanto? Dois desastres de avião no espaço de uma semana, acidentes de comboio em França com 40 feridos, e, porque não bastava, a TAP cancela quase 40 voos em quatro dias e porquê? Porque estão a trocar os aviões velhos por novos. Oh cara Tap, quem disse que quero fazer o Test drive nos aviões novos? Nãooo, muito obrigada.
Está a correr bem, por enquanto.
Prometo não pôr fotografia do avião da Tap no instagram a sugerir que ele vai desaparecer.
Atualização: hoje acordei com a notícia: ÚLTIMA HORA: Air Algérie perdeu contacto com avião.
Ainda não percebi se o Pedro Chagas Freitas é um escritor sério ou se é apenas um empresário da escrita. Ele consegue vender mais o produto dele do que muitas empresas comerciais e claro é que não me refiro ao Continente. Para além de ter uma página própria, onde partilha incansavelmente excertos de textos, consegue apresentar o mesmo tema dezenas de centenas de vezes. Amor. Ele não se cansa do Amor. Como é que alguém consegue escrever tanto e sobre Amor? É inevitável pensar o quão infeliz ele deve ser. Sim, desenganem-se aqueles que acham que só se escreve sobre Amor quando se é feliz. Não. Amor é o tema escolhido ou quando se está apaixonado e não se tem o que se quer ou quando se está apaixonado e já se teve o que se quer. O Amor é tramado, meus amigos. Já o tio Camões dizia: "Ah o amor, que nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei porquê." Grande Tio Camões. Ah, e grande Tio Belmiro, que ainda não foi ultrapassado pelo Chagas Freitas, o empresário romântico.
Fecha os olhos e lembra-te de como ele era antes do vosso primeiro beijo. Ou de como ele era antes da primeira vez que te tocou. Antes de saber alguma coisa dele, já tinha memorizado a côr do olhos, o sorriso e os tiques. Quando me olhava, sentia que podia viver daquele olhar durante uma semana. Mas nada se compara à primeira vez que ele me tocou. Foi como se fossemos as únicas pessoas na Terra e eu não conseguia imaginar como seriam os meus dias sem ele. Sem aquilo. Sem aquele conforto de alma, de calma, de cumplicidade. Não poderia, depois de tudo, imaginar mais algum momento sem ele.
No dia a seguir de escrever “Nas tardes de Verão” deparo-me com um dia chuvoso. Será algum sinal do universo meteorológico? Engraçadas, estas coincidências. Talvez não queiram que ame o vento a arrefecer-me os bancos. Talvez não queiram que ame o cheiro a oliveira.
“Ah, a esta alma que não arde. Não envolve, porque ama, a esperança, ainda que vã, o esquecimento que vive entre o orvalho da tarde. E o orvalho da manhã.”
Agora que me distancio da realidade que se me tem atravessado à frente, percebo o quão idiotas as pessoas conseguem ser umas com as outras e pior: consigo próprias.
Não estou segura com as minhas palavras, nem com as que escrevi ontem nem com as que escrevo hoje. Estou segura, no entanto, com a existência daquela doença que tentam explicar em mil e um manuais.
O amor, essa mesmo.
Os sintomas já muitos os conhecem mas a tranquilidade extasiante comparável ao paraíso é um dos mais falados.
(Como pode ser tão verdadeira esta descrição?)
Amar é o vicío mais tramado de todos. Chama-nos, como se fosse nossa obrigação seguir os seus ideais e, depois, atira-nos de volta à crença da descrença. Que veneno é este que nos faz ir e voltar?
Dizem por aí que nascemos para amar. Não tenho a mais pálida dúvida. Nascemos para nos envenenarmos, para tomarmos o antídoto e para amarmos novamente. Nascemos para crer, descrer e voltar a crer.
E depois há idiotas que fingem andar envenenados...preferem crer que a doença não existe. Nasceram para quê, então?
Ho ho ho, este é o meu novo projeto. Criei uma conta instagram com o nome: Com Fernando Pessoa. Nela partilharei fotografias pelos diversos sítios onde passarei com Fernando Pessoa. (acreditem, ele está comigo) Falo de locais por Portugal e pelo resto da Europa. Só o tempo, a criatividade e os lugares me permitirão fazer disto um projeto interessante! Espero que gostem!
(...) Nesse momento apercebi-me de como ia ser difícil deixar aquela cidade, aqueles amigos, aqueles horários, aqueles descompromissos, aquele cheiro a pão cozido na madrugada... Apercebi-me de que era feliz ali. Vila Real tem esse poder em nós. No primeiro dia em que lá chegamos é difícil ver beleza na cidade. Queremos, a todos os minutos, voltar para casa, voltar a cheirar a comida da mãe e rir com o namorado que lá deixamos. A dada altura apercebemo-nos que a comida da mãe não deixa de ser a comida da mãe e que vai estar à nossa espera na chegada. Apercebemo-nos que mais importante do que rir com o namorado que lá deixamos é rir com os amigos que cá criamos. Apercebemo-nos que a cidade, que de bela não tinha nada, passa a ser a cidade maravilhosa de que nos falavam, e, de repente, já a temos entranhada. O tempo passa e os que conhecemos lá, esses, vão-nos marcando de uma maneira tão diferente daquela a que estávamos habituados até à altura.
Ouviamos todos os dias que os amigos da universidade são para sempre. E são, são mesmo. Porquê? Porque nos tocam de uma forma tão profunda que só nos apercebemos que estamos envolvidos em relações tão fortes quando temos de deixá-las. E eu apercebi-me disso naquele momento, naquela noite, ao olhar para eles.
A cidade de Vila Real é maravilhosa, sim. Não é maravilhosa por ter uma vista montanhosa à sua volta, não é maravilhosa por ter um pôr do sol com raios divididos pelas montanhas, nem o é por ter um rio que desliza entre as pedras espelhando a cidade como se fosse esse o seu único propósito. A cidade de Vila Real é maravilhosa porque é lá que estão as memórias dos melhores tempos das nossas vidas. É maravilhosa porque foi lá que conhecemos as pessoas que levamos para sempre. É maravilhosa porque é feita de amigos, de passados e de momentos. É este o conjunto que define a beleza de um lugar. Agora, que sou uma mera espectadora da maravilha que é conhecer aquela cidade, vejo, claramente, a definição de beleza que Vila Real tem.
Um dia o meu pai disse: "A nossa vida é onde nós estamos". Quem me dera estar todos os dias naquela cidade, ver os raios de sol entre as montanhas e sentir aquele cheiro a pão quente. Quem me dera voltar a fazê-lo. Mas tudo, tudo com aqueles que lá conheci. (...)
As minhas palavras não conseguem acompanhar tudo o que sinto. O filme - Ruby Sparks -, em termos cinematográficos não é por aí além. A história é irrealista e os menos crentes não vão querer repeti-lo. A mensagem que passa, essa, é muito diferente. Consegue ser tudo, tudo aquilo que quem cria e recria quer ver, ouvir e sentir. É fenomenal. Nunca um filme retratou tão bem a realidade iluditória de quem se dedica a escrever. Arrebatou-me. Tudo o que eu já senti, pensei, imaginei...acontece. Tudo acontece neste filme. É impressionante como um filme consegue retratar esse sentimento de uma forma tão perspicaz e ao mesmo tempo tão suave, ao ponto de só aqueles que viveram ou vivem o mesmo perceba m tão claramente o que o escritor quer dizer com toda a sua criação.
Quanto a mim, e depois de tantas criações, consegui ver uma dessas projeções - a maior, até - passada a realidade. O sonho que é escrito, as palavras imaginadas, e a certo momento - o momento que era aguardado há anos luz - se sentem fingidas e todo aquele sentimento que se pensa um dia sentir...não existe, é forçado. À minha culpa, tal como no filme, se eu não tivesse criado....se eu não tivesse exigido e inventado uma imagem do que era a perfeição, talvez tivesse vivido essa realidade de maneira diferente e mais intensa, até. Tudo o que se realizou é o tudo que se vai perder. Tudo o que fui criando é o mesmo tudo que amo e é o mesmo tudo que vou perder. Tudo o que imaginei ser sublime, é realidade. Tudo o que é realidade...é só mais um bocado de vida. Deixa de ser sublime, deixa de ser criação, deixa de ser perfeição, passa a ser só...realidade. Sinto que essa realidade me faz duvidar do que possa sentir. Muitos foram os dias em que duvidei que tudo pudesse ser sublime. Mas aconteceu e foi, foi tão sublime que me custa decidir a eternidade do momento. Ou foi e é, ou é e será. Eu amo-te. Não vão ser minutos, segundos ou olhares vazios que me vão fazer abandonar tudo aquilo que criei em ti, em mim, em nós. E depois de tudo criado, sentido e realizado, sei que te amo na mesma. Mesmo sendo estas palavras fora da minha zona de conforto - a qual foi criar-te - Eu amo-te.
Em pleno centro da cidade de Vila Real, são muitos os comerciantes que começam o dia por volta das cinco da manhã. Vêm de todas as aldeias, com as carrinhas cheias de frutas e legumes e, ao chegar à capital de distrito, expõe os produtos no mercado municipal.
O chilrear dos pássaros funde-se com o som do descarregar das caixas de frutas, as quais são espalhadas pelos passeios, num dos lados da estrada. Podiam ser os únicos sons ouvidos àquelas horas, mas, do lado contrário, assiste-se a um desfile daqueles que ainda nem visitaram a cama. Assiste-se ao desfile da juventude da cidade. Os universitários que enchem as ruas da cidade durante o dia, também enchem cafés e bares durante a noite, na zona do Pioledo, zona vizinha do Mercado Municipal. Para eles, as seis da manhã significam o regresso a casa. A maior parte dos estudantes faz da quinta feira à noite o serão sagrado para descontrair com os amigos, para muitos, esse dia indica o final da semana e o dia a seguir indica o regresso a casa dos pais.
Quando a diversão se dá por terminada em alguns clubes noturnos, já o relógio aponta as 5 da manhã.
Alguns jovens sentam-se nos bancos próximos das pastelarias e convivemcom os madrugadores que já estão a trabalhar, outros, até vão ao mercado comprar produtos, como frutas, legumes e animais de campo.
No ar sente-se o cheiro a madrugada e o cheiro a pão acabado de cozer. A Padaria é ali ao lado, a Tugeira. Fica no fundo da rua para quem vem da zona do Pioledo. É conhecida por estar aberta durante 24 horas e é também a padaria mais frequentada pelos jovens.
Há 30 anos a morar numa das casas rentes à Tujeira, Ana Sousa diz que são raras as noites em que não acorda com o barulho que vem da rua. Fala de grandes grupos que vêm juntos pelo passeio fora, que param na padaria, pedem o costume e levam o lanche na mão, dentro de sacos de papel castanho. Alguns ficam sentados nos passeios a observarem os madrugadores, do outro lado da rua, que se preparam para mais um dia de trabalho.
Ana Sousa diz já estar acostumada aos hábitos dos jovens da cidade e admite que se não fossem os estudantes, a cidade de Vila Real seria muito mais pacata e muito menos desenvolvida.
Também ali no Mercado Municipal fica uma tasca regional bem famosa entre os hábitos dos universitários vilarealenses. A Ruana. A proprietária, D.Emilia, levanta-se às 3 e meia da manhã para preparar a iguaria que, horas mais tarde, serve aos jovens que por lá param. A Canjada Ruana, assim conhecida, faz as delicias dos estudantes que preferem um caldo a um croissant de chocolate da Tugeira.
João Sousa, talhante no Mercado Municipal há 12 anos, conhece bem o sentimento de entrar ao trabalho ainda de noite. Lembra-se desde sempre de jovens a passear por ali, ainda de madrugada. Não o incomoda, afirma,recordando o tempo em que fazia o mesmo.