15 de abril de 2015

Rachel Green ou Monica Geller?

É isso mesmo. 
Mais um quiz do BuzzFeed
Começo a adorar este site. 


Claro que sou a Monica, mas há dúvidas?


Last but not least:

Adeus


Ninguém nos disse

Porque é que ninguém nos disse que ia ser difícil vir embora? Sim, disseram que iam ser os melhores tempos das nossas vidas, que íamos fazer amigos para a vida mas nunca nos falaram de dizer adeus a muitos deles. Os nossos pais viam-nos ir embora com sentimentos chapados na cara que nós nunca chegamos a entender nem sequer nos atrevemos a perguntar. Nós iamos felizes. Era o começar de mais uma semana perto dos amigos, perto dos horários mal estabelecidos e perto das piores refeições que alguma vez tivemos. Nada nos importa quando somos felizes. Comer a massa ou o atum de sempre era o quotidiano e uma hambúrguer com batatas fritas apareciam muitas vezes nas escolhas. Isso não importava. Nunca foi o mais importante. Quando vivemos fora da casa dos pais os jantares passam a ser reuniões sociais e os almoços, se existentes, passam a ser refeições de sobrevivência. Sandes é sempre uma boa opção.
A sexta feira aparecia e lá íamos nós. 
Um Adeus e um bom fim de semana eram tão naturais como um até amanhã.
Agora, o adeus é um adeus. 

Adeus

Deixem espaço

Nós podemos ser tudo, estrelas, enormes, esplêndidos, fascinantes, grandiosos, sábios ou até estúpidos. E estúpidos até é o que mais somos.
Não são poucas as vezes que fazemos escolhas erradas, o que não quer dizer que tivessem sido fruto de decisões pensadas, ou sequer sentidas...mas no momento, alguma coisa nos levou a fazê-las. São muitos os exemplos mas fico-me pelo, sei lá...quando alguém troca Daft Punk por Coldplay. É só...estúpido.
Por aí dizem que o café esfria. Não é errado, ele esfria mas também dá para aquecê-lo umas quantas outras vezes, mesmo que tenhamos de esperar pelo plim do microondas.
Hoje estou cheia de analogias, até estou com medo.
Só para vos dizer, meus caros, deixem espaço para fazer asneiras. Deixem espaço para saltar do barco, esfriar o café e aquecê-lo novamente. Deixem espaço para ouvir coldplay. Deixem espaço para serem estúpidos.

Adeus

14 de abril de 2015

A Pequena aldeia de Marlón

II

O sol ainda não tinha espreitado e já Fospício e Patrício comiam as sopas de vinho.
Com os ante-braços estendidos sobre a mesa antiga de madeira, faziam-lhe aparecer sombras em movimento, de cada vez que levavam a colher à boca. O chilrear dos pássaros na árvore da entrada da casa, o engolir das sopas e o chiar da madeira já podre da mesa eram os únicos sons ouvidos àquelas horas.
Lídia, que teria sido a primeira a levantar-se para preparar as sopas, já havia lavado a roupa do filho e do marido, que tresandava a uma semana de peixe e a água salgada. Lídia ia para a ribeira com um cesto ainda a aldeia estava a dormir. Quando regressava a casa, preparava-se para estender nas árvores a roupa que tinha lavado na água doce. Daquela maneira, mal o sol nascia e já as vestes da toda a semana estariam a secar. Fospício e Patrício terminaram as sopas e logo correram para o pequeno barco de madeira. Era mais um dia que prometia ser bom para a pesca ao atum.
Nesses últimos dias o mar havia sido muito simpático para a família Verbitium e para o resto de toda a aldeia. Falavam de uma maré vinda do norte do Pacífico e, quando o norte vinha à conversa, centenas de atuns passavam ali na costa. A palavra "norte" era como uma dádiva para a aldeia, significava dias de atuns frescos e refeições garantidas. Quase toda a aldeia festejava quando uma maré vinha do pacífico-norte. Enfeitavam as casas com lenços azuis, em honra à Padroeira de Esmeraldas, e faziam banquetes ao ar livre, debaixo das árvores. Os Verbitium, os Rondas, os Salves e os órfãos reuniam-se no centro da pequena aldeia de Marlón, dançavam e cantavam enquanto assavam os atuns que os Verbitium tinham pescado pela manhã. Espetavam o peixe em paus de madeira e metiam cada uma das pontas dos paus em cima de pedras, as quais estavam distribuídas por toda a fogueira, em forma de círculo. Todos os marlóenses dançavam com as espetadas de atum na mão. Havia muito vinho e nem o pôr do sol dava ordem para terminar a festa. 
Os Areijos, a família abastada da aldeia, evitavam juntar-se com as outras famílias. Os Pais Areijos, Ambrósia e Henrique, não suportavam a ideia de um dos seus filhos conviver com os órfãos da aldeia.
- Olha para aqueles ajuntamentos desnecessários...um lugar cheio de órfãos a dançar! Eles só têm as roupas que trazem no corpo! Não têm as nossas terras, não têm uma banheira, nem sequer têm carroças de cavalos! Eles não têm nada! São órfãos! Como é que conseguem ser felizes? Perguntou Henrique.
- Não sei, meu marido. São loucos. Ninguém filho do Senhor consegue estar tão feliz sem nada nos bolsos. Só podem ser loucos. Deus perdoa os loucos...eles não sabem o que fazem nem sequer o que dizem. - Respondeu Ambrósia.
- Não quero nenhum dos nossos filhos naquele ajuntamento....Imagine, um dos nossos herdeiros a dançar ao lado de um órfão! Ou pior, ao lado dum órfão do padre de Penicas! Que ultraje! - dizia Henrique.
- Oh, meu rico marido, Deus nosso senhor não deixaria! - Respondia Ambrósia.
O sol pôs-se e ninguém quis regressar a casa. Os órfãos, agora loucos, e o resto dos marlóenses continuavam a assar atuns e a dançar. Henrique e Ambrósia já tinham recolhido e estavam prontos para fazer as rezas antes de se deitarem. Rezavam para que nada acontecesse à sua família. Mal eles sabiam que seis dos seus quinze filhos e quatro dos seus vinte e três empregados se tinham escapado para a festa. Afinal, eram marlóenses e gostavam de ser loucos por um dia.

Adeus

11 de abril de 2015

Há sete coisas que não sabiam e que pouco interessam ao mundo

Não, não fui nomeada para este desafio. Fui a um blog fofo e roubei a ideia. Não, não vos peço perdão.
Há sete coisas que quero fazer antes de morrer 
Ter uma lua de mel nas ilhas Fiji
Viver em Melbourne 
Lançar o Livro
Ser mãe 
Ter a minha casinha, tão modesta quanto eu
Ser a melhor jornalista do país
Trabalhar em New York, New York


Há sete coisas que digo com frequência
- Quero ser magra
- Minhas princesas lindas!!
- Quero voltar para Vila Real
-Quero comer
- Saudades dos tempos da Natação!
- Queres um biscoito?
- There, there


Há sete coisas que faço bem 
Ver séries 
Ter opinião 
Discutir cenas variadas 
Comer chocolate 
Recordar o passado
 Espirrar nos meses da Primavera
The News


Há sete coisas que odeio
Mentiras e injustiças variadas
Pessoas que são capazes de fazer maldades a animais
Chuva e vento e tudo junto
Jantar/almoçar sozinha
Erros na língua materna que são capazes de acordar os patriotas do túmulo
Engordar com o ar
Mau profissionalismo


Há sete coisas que me encantam 
Inteligência
Sentido de Humor
Fernando Pessoa
Referências, ah, qualquer uma e bem feita
Chet Baker, Nina Simone, Dire Straits, Pink e o resto da boa música
Jason Bateman
Jimmy Fallon


Há sete coisas que amo 
Estar morena 
O mundo (interno) da Televisão 
Cinema a qualquer hora do dia 
Ver pelo menos dois ou três Jornais televisivos em cada 24 horas (É a minha cena)
Chocolate preto, branco, de leite, de tudo e tudo que é chocolate
Dormir sem despertador
As minhas princesas lindas



Há sete factos sobre mim que aposto que não sabiam e nem queriam saber mas vão acabar por saber porque a vontade de ler o que está em baixo é tão grande que já nem vão acabar de ler esta fra
Não gosto de tatuagens mas tenho uma
Visitei 16 países e nunca saí da Europa.
Já estive em coma
Fui à Seleção Nacional de Natação umas 3 vezes
Sei bordar. How cool is that?
Tenho muitas coleções (Toucas, postais, pedras, peluches, vernizes e brincos)
Tenho três cicatrizes no corpo



Adeus

10 de abril de 2015

Ovos Moles

A minha mãe chega a casa e eu finalmente posso perguntar-lhe se vai ao ginásio.
Nãooo. Só para a semana. Foi o que ela respondeu.
Ahh, fixe. Assim eu posso ir. (Sim, é aquele pacote da família em que se um falta o outro pode ir na vez dele) 
Mal me apercebo de que posso ir ao ginásio ela saca três caixas de ovos moles dum saco do continente. 
Como, como, como assim, Sonae? 
Anda aqui uma gaja a tentar abater as banhocas e tu metes os ovos moles a 50% direto? COMO ASSIM?
Impossível resistir.


Mas vou ao Solinca na mesma.


Adeus

9 de abril de 2015

Um post sobre a Mindy

Olhem quem chegou ao meu correio.
Uma foto publicada por Ana Serapicos (@anaserapicos) a

A Mindy. Ela. Toda num livro.
Desta vez em formato físico.
Já o tenho vindo a ler em iBook mas achei que este livro era para guardar numa prateleira a sério.
Sim, o Is everyone hanging out without me? já é de 2011 mas, perdoem-me, só "descobri" a Mindy em 2012, quando andava a vaguear pelo Wareztuga a tentar descobrir alguma série para ver porque a minha vida não andava, certamente, em modo bolinha vermelha, como aquele boneco do msn, o ocupado. 
Uma tarde de seca transformou-se no dia em que comecei a ver The Mindy Project*, que é uma série escrita e produzida pela Mindy Kaling**.
Now, here I am. 
Apaixonada pela Mindy.
(Sim, eu sabia que ela era do The Office*** mas só em 2012 é que decidiu mostrar a sua essência ao mundo)
Quanto ao livro, para quem lê uma série escrita por ela há já 3 anos e adora cada pa-la-vri-nha, e silaba, pois está claro...Pareceu-me que um livro escrito pela própria seria melhor do que uma maratona de três seasons da série. Oh, sim, uma excelente ideia. 
Ah, o próximo livro dela: why not me? sai a 29 de Setembro de 2015. 
Can't wait.


*

**

***

Adeus

8 de abril de 2015

Só vim aqui dizer que vos entendo

Estão a ver aquelas pessoas que dizem que já viram as 10 temporadas de Friends, over and over again? Sim, também nunca as entendi. Até ao dia. Hoje foi o dia.
Já recomecei a série.
É verdade. Tornei-me, oficialmente, numa Die Hard Fans of Friends.
Sim, este clube existe.




Adeus

5 de abril de 2015

Páscoa das princesas

Decidi resumir-vos a minha Páscoa, sim, porque este canto é meu e eu é que decido as cenas, no geral.
-Domingo de Páscoa, dia 5 de Abril-
O meu pai passou o domingo a viajar para Los Angeles. 
Porto/Frankfurt, Frankfurt/ Calgary, Calgary/ Los Angeles
Saiu às 4 da manhã de casa e só há uns minutos é que chegou a Calgary.
Vale a pena. Afinal...vai para Los Angeles. 


A minha mãe foi trabalhar bem cedo e passou o dia a dormir porque vai trabalhar à meia-noite. 
Sim, bem vindos ao mundo dos mortais.


Eu fiquei alapada no sofá a ver os filmes da Páscoa. 
Sim, incluindo a espreitadela no "A Bíblia" na RTP1.
Sad Easter.


As que tiveram mais sorte ainda foram as minhas princesas lindas.
Como o Senhor ressuscitou, as minhas pretinhas tiveram direito a um petisco.
Uma saquinha de nhamis nhamis húmidos. 


Como vêem, há Páscoas bem iguais a qualquer outro dia.
 Comida e comida. Nem que seja para as princesas.


Adeus

1 de abril de 2015

Prateleira nova que parece mentira

Lá porque é dia das mentiras e lá porque isto parece mentira...não é.
Um? Não. Dois? Também não. Três! 
Os três que digo que vou encomendar há mil anos.
Já cá estão, na minha prateleira virtual.
Yeah.
Not that kind of girl - Lena Dunham
Bossypants - Tina Fey
Is everyone hanging out without me? - Mindy Kaling

Adeus

20 de março de 2015

É importante

O mundo não é assim tão pequeno como muitos neste mundo dizem.
É grande. É grande para caraças e nós somos carraças para este planeta.
Quando o ego vos bater no auge é importante percebemos que é importante sabermos que é importante termos ego e é importante partilharmos isso com naturalidade. Não venham com egocentrismos gigantes aquando alguém grita que se adora. O ego mantém-nos vivos, a todos. 
A cada um de vocês, com egos que roçam o chão dos chãos, ergam-se, porra. Gritem que o mundo também é vosso e que vocês, por muito carraças que sejam, chegam para tudo, para todos e para todos os chãos dos chãos deste planeta ridiculamente gigante. É importante sabermos quando gritar ao mundo. Hoje é o dia. Hoje, amanhã e depois. 
Gritem, porra.


Shameless Season5

Adeus

19 de março de 2015

Pai e o dia dele

*inserir palavras bonitas*

É verdade. Eu é que tenho o melhor do mundo. 
Não são vocês, desculpem.
Mas sendo realistas, também sou uma boa filha.

Adeus

17 de março de 2015

Para a Catarina

Para a Catarina, 

É por isto que quero ser jornalista. Para mudar o mundo. Para mudar, pelo menos, o que está ao nosso alcance. Quero ser jornalista para mostrar realidades, para quebrar preconceitos e, essencialmente, para mudar vidas. E tu és o exemplo do que é ser um bom jornalista. Com a reportagem que fizeste mostraste realidades, quebraste preconceitos e mudaste vidas. A mim... mostraste-me, mais uma vez, o porquê de querer ser jornalista.

Com carinho e admiração, Serapicos.



Adeus

16 de março de 2015

A pancadaria do Cais do Sodré

O Público partilhou este video chocante no facebook:
 (Incluído no projeto DarTempoAoTempo - que é só um projeto genial e um dos melhores que vi até agora - clique aqui)

Comentários gerados por todo o facebook e algumas mentalidades que apetece, apesar de lhes perceber o ponto de vista, meter na gaveta.



Sim, sou eu a pôr like num comentário cheiiiiinho de erros. 
Até acorda os patriotas dos túmulos.
Mas mereceu. 


Adeus

14 de março de 2015

Visita a Hang Son Doong

Um Drone visita a maior caverna no mundo, na Tailândia.
Excelentes imagens e montagem simples resultam nisto:


HD, Colunas, escuridão e

bons sonhos.


Adeus

13 de março de 2015

Thanks, Obama.

Mais um momento à youtube do senhor presidente dos EUA. 
Desta vez centra-se na leitura, feita por Obama, dos tweets menos positivos que vão fazendo do próprio. O palco é o programa do Jimmy Kimmel o qual, já agora, parece bastante alucinado na apresentação. (Reparem nos olhos à gambuzino em Amesterdão ou à rico em Las Vegas) 


"(...) and just leave him there?"
"(...) thanks Obama."
(...) shine a flashlight in his ears.
that's pretty good."
"(...) you know, the lol is redundant when you have the ahah."

Adeus

6 de março de 2015

Amor moderno

Sim, o que vos vou contar aconteceu.
Fui ao Hot club com a Lana e os amigos, os quais são todos músicos de Jazz
Para quem não sabe, o Hot Club é um espaço em Lisboa que é frequentado pelos melhores nomes do Jazz português e internacional. 
Era noite de Jam. Piano ali, trompete ali, saxofone a entrar, voz a improvisar, baixo, bateria e guitarras por todo lado.
Atrás do palco há um terraço fechado, dividido por uma porta de vidro bem pesadona. Nesse espaço tinha um balcão onde estavam dois rapazes muito nórdicos, a jogar ao Gamão.
A Lana foi logo toda lampeira pedir para jogar e eu fiz companhia.
Afinal os rapazes eram alemães e simpatia não lhes faltava. Estudavam arquitetura e iam ficar em Portugal mais 6 meses. Estivemos metade da noite a falar com eles e até fiquei a saber o nome do "Correio da Manhã" da Alemanha, ou seja, o pior jornal do país da Merkel. 
Quando tentaram falar português, apercebi-me de que estou muito aquém de saber alguma coisa de alemão. Na verdade, nada sei. Nicles, nem uma palavrinha. 
Provavelmente não os vou ver mais na vida mas foi um bom bocado.
- Moving on na história da noite - 
Qualidade musical a dar forte nos meus ouvidos, lá estava eu, encantada com todo o poder instrumental que para ali ia, naquele palco.
Músicos a subir ao palco, outros a descer e a minha atenção sempre dividida entre os de sopro e todos os outros.
De repente chega um saxofonista, rompe o palco, aparece na luz e roga-me, nesse imediato, pele de galinha.
Qual Dave Koz, qual quê. 
Aquele solo de sax foi de ir ao céu e ficar lá.
Determinada e pronta para uma boa brincadeira romântica, saquei um pedaço de papel da carteira e escrevi:
Roses are red
Violets are blue
I can be here all night
Listening to you
Não sabendo nada sobre ele, assinei no fim e tentei que este pedaço de poesia moderna lhe chegasse.
Alguém decidiu que íamos embora precisamente a meio da I fall in love too easily, do Chet Baker. 
- Pior decisão de sempre -
Ao sairmos, entreguei o papel ao empregado do balcão, o qual me disse: "Ai, não sei se consigo entregar porque me vou embora, nanana (...)" e pousou o papel no lugar mais obscuro do balcão. Deu a entender que aquele papel nunca iria chegar ao saxofonista. 
No caminho para casa iamos gargalhando com toda a situação. Afinal, tinha acabado de deixar o meu nome junto ao poema mais piroso na história da humanidade, com destino a um dos melhores saxofonistas da noite.
Isto é como ter a oportunidade de dizer alguma coisa ao Jorge Palma e ficar-me por: "Escreves totil".
A manhã seguinte chegou, pego no ipod e vejo no ecrã: "Enrique (...) enviou-te um pedido de amizade".
Soltei um "' 'Tás a gozaaaaar " em alto e bom som e não pude acreditar, ao abrir todos os links e links, que era mesmo ele. 
É espanhol e disse-me no chat "Me llamou la atencion, nunca me habia pasado".

Migas, estamos perante uma linda história de amor moderno. Pelo menos tem um início que conquista qualquer um. 
Aquele pedaço de literatura resultou e eu...eu mereço palmas.


I fall in love too easily, do Chet Baker nessa mesma noite.
Rita Maria na voz, Enrique no sax tenor, Diogo Duque no trompete, Gonçalo Neto na guitarra,  Bruno Pedroso na bateria e Romeu Tristão no contrabaixo. 
Desculpem o torcicolo. 

Adeus


3 de março de 2015

Amesterdão - Guia de como se apaixonar por uma cidade

Ansiosos com aquilo que nos esperava, lá fomos nós, os quatro mosqueteiros.
Voo noturno, primeira vez a voar na Transavia e só tenho a dizer duas coisas: Modern Family nos ecrãs a compensar as fardas mais horrendas de toda a história das transportadores aéreas. Estão a ver aquele azul forte com aquele verde da máscara do Jim Carrey? Isso mas muito pior. Pior porquê? Porque não havia nenhum hospedeiro chamado Jim Carrey.


Iupi, chegamos. 
Primeira fotografia - não fosse eu uma ferrinha - à porta do aeroporto. Que btw, é enorme. ENORME. O avião aterrou e estivemos uns 20 minutos a estacioná-lo. Bem, nós não. Os pilotos. 

21 de fevereiro de 2015

Parabéns Tê Vê i

Parabéns à casa que me ensinou muito do que sou e muito do que quero ser.
Não tenho bolo nem vinte e duas velas mas ficam umas belas imagens do que é uma redação.


The newsroom (2012)

E fica tão bonita quando está assim.

Adeus

Tendências

O sexo feminino tem uma tendência afincada para a confusão humana.
Dá-nos vontades.
Faz-nos sentir heroínas e protetoras.
Ai! Como uma mulher gosta de uma bela desgraça.
 E de belos desgraçados.


Reality Bites (1994)

Adeus

Os serviçais têm bom gosto musicale.

Olá seres humanos fantásticos que sabem abrir links especiais como o deste site. Cof cof.

Estou para aqui a rever o "The Help", que a SIC está a passar (sim, outra vez) e surgiu esta música. (awww adolescência) Não poderia deixar de a publicar. 
Beijinho no ombro,
do tio Dylan.



Adeus

29 de janeiro de 2015

Mas estão com medo de falar sobre isto?


Ninguém ousa falar sobre o assunto nas redes sociais, na rua ou nos cafés. Há mais professores espalhados por este Portugal do que algum dia julgamos haver e é nestas situações que os identificamos, neste caso, não os identificando.
Para quem o assunto ainda não lhe chegou, falo dos estrondosos resultados da segunda edição da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC), elaborada pelo senhor Ministro da educação, Nuno Crato. Foi num último exercício do teste que os coelhos sairam da cartola e, desta vez, não por magia, sairam para fazer chorar um país que sempre prezou o amor à pátria da língua portuguesa. Segundo os dados fornecidos pelo ministério, o exercício, que consistia na redação de um texto com um mínimo de 150 palavras, conseguiu não ser cumprido por 20% dos alunos que se dizem professores. Lê-se em vários jornais “Os resultados não foram animadores. (…) Apenas 35% não deram qualquer erro ortográfico e 20% deram cinco ou mais erros. Os erros de pontuação são igualmente frequentes.”. Como é que alguém consegue ser tão eufemista quando estamos perante resultados destes?
Não se admirem, professores universitários, quando vos chegam às mãos alunos sonhadores que querem ser escritores e jornalistas mas que, em paralelo a essas ambições, escrevem que “haviam sonhos até à uma hora atráz.”.
Preocupa-me que vinte por cento da educação do futuro esteja nas mãos destes profissionais. Fazemos das redes sociais o muro das lamentações para os mais diversos assuntos mas hoje, que Fernando Pessoa deixa de ter pátria para amar, ninguém se atreve a falar sobre isto. Porquê? Porque deve haver mais professores no facebook do que a dar aulas.
Adeus

26 de janeiro de 2015

Letra básica para a firmeza

"Por muito que o coração diga, não faças o que ele diz
Nunca mais voltes à casa onde ardeste de paixão
só encontrarás erva rasa por entre as lages do chão
Nada do que por lá vires será como no passado
Não queiras reacender um lume já apagado.

São as regras da sensatez
vais sair a dizer que desta, desta é de vez...

Por grande a tentação que te crie a saudade
não mates a recordação que lembra a felicidade
Nunca voltes ao lugar onde o arco-íris se pôs
só encontrarás a cinza que dá na garganta nós.

São as regras da sensatez
vais sair a dizer que desta, desta é de vez
só mais uma vez..."

Rui Veloso




Adeus

20 de janeiro de 2015

Quando a alma

Quando a alma insiste
Nunca te confortes
-Está espalhado a nossos olhos
Por muito que te comportes-

Quando a alma persiste
Sempre me conquista
-Tropeço águas aos molhos
E nem te pus a vista-

Quando a alma desiste
Nunca saberei ao certo
-Que alma foi esta tão triste
Que deixa o livro reaberto-



Adeus

19 de janeiro de 2015

Una noche epica

Eu não sei onde tinha a cabeça quando decidi ir a Braga surpreender a minha pug favorita Joana dos Vales - que se vai para as espanhas salamancar erasmus - Sei que a cabeça não poderia ter estado em melhor lugar, pelo menos na decisão de ir.

Foi uma bela noite.
Boa viagem juanita!
Para todos os que se divertiram tanto quanto eu, duas palavrinhas chegam.
Que noche!

Adeus

14 de janeiro de 2015

Friends, The one last one

Esqueci-me de postar no dia em que terminei Friends.
Quem é que eu quero enganar? Estava demasiado emocionada para escrever seja o que fosse.
Dez temporadas em 32 dias. Foi um bom mês.
Adoro-vos Phoebe, Chandler e Ross. 

Despeço-me com alguns gifs feitos com os meus print screens :3


Adeus